quinta-feira, 23 de abril de 2015

Curso Gratuito USP

Cursos...Capacitação...Profissão...Psicologia

Muitas vezes reclamamos dos valores nos cursos na Psicologia, mas se estivermos em atenção constante encontraremos ótimas opções de cursos gratuitos.

Não que os pagos sejam de má qualidade, mas talvez no início da atuação clínica não seja possível investir muito!

Fique atento aos curso da USP, as palestras gratuitas ou com valor simbólica, aqui na zona sul tem Formas do Saber, no Frans da rua Sócrates, geralmente última segunda do mês. e os nossos - Semeando Solidariedade e Conhecimento em prol de entidades assistenciais, nos organizamos para recebê-los na Chácara Santo Antonio, próximo da Av. Santo Amaro.


Link Formas do Saber:
https://www.facebook.com/pages/Formas-do-Saber/770721012944341?fref=ts

Email: formasdosaber@gmail.com


Link Semeando:
https://www.facebook.com/pages/Semeando-Solidariedade-e-Conhecimento/469020173247193?ref=aymt_homepage_panel

Email: santana.cristina2005@hotmail.com



                                              E o da USP...eu fiz e é muito bom!

Curso de Aperfeiçoamento: Orientação à Queixa Escolar | De 6/8/2015 a 30/6/2016
ObjetivosContribuir para o aperfeiçoamento de psicólogos que realizam atendimentos a queixas escolares, apresentar as principais críticas ao modelo tradicional e oferecer alternativas de intervenção breve e focal, envolvendo todos os participantes da produção de tais queixas (pais e escolas, além dos alunos).

Equipe responsável
Beatriz de Paula Souza e Profa. Dra. Marilene Proença Rebello de Souza
a
Inscrições

Pessoalmente, de 18/5  a  29/5//2015, das 9h às 11h e das 14h às 16hLocalAv. Prof.  Mello Moraes, 1721 – Bloco D(ao lado da ECA)Tel.: (11) 3091-4172 - com IdalinaDocumentosXerox do R.G. | Curriculum Vitae | Xerox  do CRP | Xerox do diploma de Psicologia



Link de todos os cursos USP:
https://uspdigital.usp.br/apolo/



                              Gratuito - Não perca tempo!








Compreendendo Cras - Parte II

Por

ROZANA FONSECA



Bom, após análise de quase 90 postagens nos perfis das unidades CRAS e SCFV, concluo que aqueles que sabem pouco ou nada sobre o que é o CRAS – me refiro aos moradores do território onde o CRAS está instalado, aos comerciantes do local, aos líderes religiosos e comunitários, aos profissionais da escola, aos agentes comunitários de saúde, equipes de saúde e os profissionais de outras redes que moram longe, mas que acessam o facebook e acompanham as postagens – poderão ter as  seguintes ideias sobre a função dessa unidade:
  • Local que oferece diversos cursos, como: artesanato, manicure, culinária, fuxico, corte e costura, cabeleireiro, maquiagem, tricô e crochê, informática, panificação, confecção de enxoval de bebê, pintura em tela (todos estes cursos foram citados nas postagens que analisei – Artesanato foi divulgado pela maioria;
  • Local de festas – comemorações para todas as datas com brinquedos infláveis e caracterizações.
  • Local para se fazer atividades físicas como ginástica, artes marciais, dança, capoeira e etc.;
 Faz-se isso tudo, com muita dedicação, mas por que que uma das maiores queixas das equipes de CRAS continua sendo a falta de adesão das famílias nas ações que supostamente é o PAIF? Porque isso é velho! Isso é a continuidade de uma assistência social pontual e meramente assistencialista e resultado dos trabalhos sociais realizados por ONGs e instituições muito antes de existir a PNAS e o SUAS. A maioria dos trabalhadores neste período tinha formação de nível fundamental ou médio – claro que algumas contavam com profissionais de nível superior, mas nem se compara com o número de hoje. Portanto, quem realizava essas ações eram pessoas com boa vontade e que queriam mobilizar a comunidade para promover atividades com intuito de romper a ociosidade das crianças, adolescentes e idosos.
Qual a diferença com os CRAS de hoje?
 Considerando a regulamentação da política de assistência social e a criação do SUAS, trago como principal diferença os executores dessa política. Temos uma NOB-RH que regulamenta quais os profissionais de nível superior irão compor as equipes de referência e a coordenação, os quais são responsáveis por materializar a proteção social no âmbito da seguridade social – obviamente que são responsáveis junto com a gestão. Mas fomos “chamados” para reproduzir o velho? Eu não acredito nisso, assim como muitos que estão trabalhando segundo as diretrizes, princípios e objetivos dessa política, pautados num posicionamento ético-político que falamos no texto I – posicionamento fundamental, uma vez que operacionalizar uma política pública não se trata de seguir manuais.
 Voltando ao que é publicizado como ação dos CRAS, estamos em grande desvantagem, porque não fomos ainda capazes de desfazer mitos e nos debruçar em ações muito árduas. Não deveríamos fazer diferente com DIFERENÇA, já que o trabalho social passa a ser desenvolvido pautado no conhecimento teórico, técnico e metodológico?.
 Este trabalho “técnico” e muito árduo, não se materializa como essas atividades citadas acima que funcionam como um engodo, ludibriando e criando ilusão de que trarão resultados significativos. Qual a capacidade transformadora de um certificado de manicure oferecido pelo CRAS? Este, ao transvestir ou potencializar suas ações em matéria de formação profissional ou geração de renda, reforça a inclusão perversa – a culpabilização da família pela sua condição socioeconômica também permeia essas atividades.
 O CRAS, não sendo “casa de cursos profissionalizantes, mas atuando como se fosse e desenvolvendo ações de suposta geração de renda”, cria nos indivíduos e nas famílias uma expectativas de inclusão no mercado de trabalho e de mudança da condição econômica da família. Isso não vai acontecer! (Pelo menos em escala relevante). Será mais uma frusrtação e mais uma “razão” para continuar desacreditando em si e nas políticas públicas.
 Esta por sua vez, atribuirá a eles a culpa pela fracasso: quantos vezes irão repetir: “nossa, a Patrícia já fez curso de culinária, cabeleireiro e bordado em pano de prato, mas continua querendo fazer mais curso e nada de arrumar um trabalho”. Provavelmente não arrumou trabalho porque o que ela faz é de baixa qualidade, tem pouca escolaridade ou o mais importante: ela ainda não foi escutada, se fosse, talvez descobririam o que ela gostaria de fazer e que teria sentido para a sua vida. Infelizmente, conhecer a demanda não significa acesso ao serviços púbicos ou privados! Mais um motivo para que nosso trabalho seja levado a sério, porque uma situação dessa não dá pra ser tratada segundo as ideias ou concepções do senso comum, correndo o risco de perpetuar a naturalização das consequências da desigualdade social.
Quando penso que o trabalho social (as ações propostas pelo PAIF) não se materializa na mesma lógica das atividades em questão, é porque os seus resultados não podem ser observados somente através de números, e não funcionam como “chamariz” para ações partidárias. Não adianta pressa! Pois não se deve marcar data para colher os frutos desse trabalho, porque ele pode aparecer na próxima década ou geração da família e se não aparece nesta instituição, ele será tão pouco observável nas tramas do território.
 Já pensaram na periodicidade decenal dos planos das políticas públicas? Sumariamente é por considerar que não se muda nada do dia para a noite e que tudo precisa ser diagnosticado, planejado e continuado – devendo acontecer de formar articulada e integrada com os demais setores públicos e privados. Não tenhamos pressa! O tempo das famílias não é o mesmo do calendário político.
 Não é para correr, mas muito menos para ficar “sentado” assistindo aos equívocos na oferta dos serviços – resistir, se posicionar por questões dessa natureza faz parte das atribuições de todo mundo. Tenhamos sabedoria e compromisso com o que estamos propondo a construir, por que quem disse que a proteção social básica não é complexa? você já parou para analisar que muitas famílias que são atendidas nos CRAS estão com os direitos humanos violados?
Finalizando, quero reforçar que este texto é referente ao que vi nas postagens no facebook e segundo o que leio ou ouço dos próprios técnicos, portanto, os CRAS onde o trabalho está acontecendo a contento, não fiquem preocupados – não estou generalizando – até porque isso seria impossível, de acordo com a pesquisa divulgada pelo IBGE, em Maio de 2014, tínhamos 7.968 CRAS pelo País e eu acompanhei as postagens de apenas 70 CRAS! Inclusive irei comentar no último Post, três postagens que gostei muito, tem muito CRAS trilhando por bons caminhos. Por isso, aproveitem para comentar aqui ou na página no facebook suas impressões e a realidade que você vivencia.

Publicação Oficial no:
https://craspsicologia.wordpress.com/2015/04/22/parte-ii-o-que-e-o-cras-segundo-o-facebook/



quarta-feira, 22 de abril de 2015

Pra você que quer se REALIZAR !

Por André Rodrigues
Nos dias de hoje há uma busca muito intensa pelo autodesenvolvimento em vários níveis da vida. Muitos desejam melhorias no plano material, outros querem mais saúde e há ainda aqueles que necessitam lapidar aspectos de personalidade, psíquicos, emocionais ou até de relacionamento interpessoal, quiçá familiar.

Para trabalhar com o autodesenvolvimento, existem inúmeros meios, várias e várias técnicas, a maioria com muito bons resultados. Hoje vivemos um momento onde há a abertura do mundo, para novos métodos cada qual com suas vertentes e origens.

Mas antes de continuar eu quero te contar uma história...

Nas mitologias existem os deuses primordiais, são aqueles que vieram antes de todos os outros. Na mitologia grega são chamados Protogonos que em grego significa “nascido primeiro" ou "primordial". São Deuses que surgiram no momento da criação, e cujas formas constituem a estrutura básica do universo.

Bem, essa história é importante porque sempre que buscamos conhecimentos, e certamente temos que fazer isto para um aprimoramento de nós mesmos, devemos procurar fontes confiáveis, de preferência aquelas cujas teorias e conceitos contemplem as estruturas básicas de qualquer conhecimento que pretendemos absorver.

Dito isto, quero apresentá-los a um desses grandes homens que desenvolveu seu pensamento e chegou ao que se chama de Psicologia Analítica ou como ele dizia, Psicologia Profunda. Seu nome... Carl Gustav Jung.

Agora, você pode me perguntar, para que isto me interessaria? Em que a Psicologia Analítica e os conceitos de Jung podem ajudar em meu processo de autodesenvolvimento?

Ora, esta resposta é um pouco longa e profunda... rsrsrs, mas vou tentar ser breve e conciso.


Carl Jung foi um médico psiquiatra suíço que mergulhou nas profundezas da estrutura psíquica humana e desenvolveu métodos e técnicas para acessar o inconsciente, além de trabalhar com a consciência, fortalecendo-a. Elaborou e elucidou estes conceitos e também muitos outros como energia psíquica, memória, emoções, complexos, arquétipo, sombra.

Sua vida e seu estudo foram permeados pela alquimia, pelas artes, pela religiosidade, pelos fenômenos extra e intrapsíquicos, entre tantos outros. Teve uma vida rica em significado e hoje é considerado um dos maiores nomes da psicologia. Viveu junto a grandes personagens da história como Einstein, Freud, Erich Neumann...

Mais do que desenvolver uma teoria, Jung viveu sua vida, refletiu e construiu um conjunto de conceitos que explicam a vida dos seres humanos e mais ainda, explicam a estrutura psíquica humana, ou seja, responde às mais profundas questões:

Porque fazemos o que fazemos? O que nos determina enquanto seres humanos?

Do que precisamos para sermos felizes, para realizarmos a nós mesmos?

Como nos transformar no caminho da auto realização?


Diz Jung (1989, p. 19):
" Minha vida é a história de um inconsciente que se realizou.
Tudo o que nele repousa aspira a tornar-se acontecimento, e a
personalidade, por seu lado, quer evoluir a partir de suas
condições inconscientes e experimentar-se como totalidade."


Postagem original:

http://www.psicologiaentrenos.com.br/#!Pra-você-que-quer-se-REALIZAR-/c95u/552db6d30cf2d211fed40610

entrenospsicologos@gmail.com


Como reconhecer e combater a Manipulação

Manipular é tentar influenciar comportamento ou ações das pessoas de forma indireta. Em algumas situações a ação é tão sutil que pode passar despercebida, protegida por sentimentos de amor, hábito ou obrigação!

Vivemos um momento de guerra, não física, mas emocional onde se é necessário separar razão e emoção temporariamente para não ser vítima de manipulação psicológica.
Na maioria dos casos o manipulador é uma pessoa próxima e exerce grande poder emocional sobre a vítima. Podemos dizer que são dois tipos: o “maquiavélico” (em busca do seu objetivo, doa a quem doer) e o “bonzinho” (mais sútil, delicado...).


Muitas vezes o agressor usa as mesmas técnicas; chantagem emocional, contra ataca todos seus argumentos e exageram os aspectos negativos, exaltando tudo de ruim que pode acontecer.


Para combater a manipulação é necessário ter consciência de que ela está acontecendo, assim pode se observar melhor e observar como as pessoas estão lidando com você. À medida que se conhece e reconhece suas fraquezas pode te auxiliar a combater esse tipo de agressão.

Muitas pessoas sofrem manipulação psicológica pode ser feita durante toda a vida, mas a partir do momento que ela é percebida pode ser combatida. Claro que no início pode dar muito trabalho, mas o ciclo vicioso precisa ser quebrado e que você é a única pessoa que tem esse poder! Evitando que evolua para uma violência doméstica ou outras formas de abuso.
Aprenda a dizer sim pra VOCÊ! Confrontando escravizações emocionais ou sentimentos de culpa!

Sempre que estiver em dúvida um profissional pode lhe auxilia; identificando ou te fortalecendo para lidar com esse sofrimento!

Cristina L. S. Santana – Email: santana.cristina2005@hotmail.com

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Compreendendo o CRAS

Rozana Fonseca fala um pouco de sua experiência e seu olhar sobre esse serviço de fundamental importância às famílias carentes!




"A ideia inicial era fazer Print das publicações para que este post conquistasse também os “São Tomé”, mas para não expor as unidades, os trabalhadores e os usuários, eu demoraria uma eternidade para manipular as imagens. Talvez a necessidade de ver para acreditar seja minha, porque às vezes reluto em não ser confundida com uma pessoa pessimista, que só olha o lado ruim. Carrego as bandeiras da implicância (no sentido de envolver, enlaçar e não no sentido de atrapalhar ou confundir); da criticidade e da reflexão. Se eu me movimento com elas, me permito parar, olhar e analisar se devo continuar por determinado caminho ou não.
No meu entendimento, é essa pausa que não se permitem fazer (psicólogos, assistenciais sociais, coordenadores, gestores, técnicos de nível médio e demais executores da política), será por que isso dá trabalho e requer tempo? Ou é por que ainda se opera na lógica perversa de que para pobre qualquer coisa serve?
E o pior, aqueles profissionais politizados e críticos – muitas vezes, são colocados para fora dos trilhos ou se cansam de terem a voz tolhida e julgados por não falar a língua de todo grupo – regendo a lei da quantidade e não da qualidade.

Portanto, tratar questões como essa proposta aqui, não é porque não se acredita no CRAS, no SCFV, é justamente por acreditar que ele precisa conter uma nova lógica no trato com as pessoas que demandam de proteção social e no nosso caso de seguridade social.
A Política Nacional de Assistência Social e as demais Políticas Nacionais como a do idoso, criança e adolescente se bem traduzidas para a prática, estaríamos recebendo em nossa “linha do tempo” muito mais do que ela tem nos oferecido, o que passaria por um posicionamento ético.
Me estendi muito. Vou dividir esse Post analítico em outras três ou quatro partes. Mas para fechar essa parte, fazendo alusão ao meu debate na Oficina sobre trabalho Multiprofissional e o conceito de interdisciplinaridade no 3º Seminário Estadual sobre Psicologia e Assistência Social em São Paulo, o SUAS nasceu velho ou nossa concepção de proteção social de direitos sociais é que está envelhecendo as políticas públicas?
Ah! E não confundam pessimista com crítico. O primeiro é aquele que não acredita no sucesso ou resultado de nada, escolhendo sempre a primeira fila para testemunhar o fracasso, enquanto que o crítico é aquele que planeja e sabe qual caminho e qual direção é a mais assertiva, naquele momento. Estando pronto para desviar e refazer a trilha quantas vezes forem necessário para alcançar o resultado."

Para saber mais:
https://craspsicologia.wordpress.com/2015/04/20/o-que-e-o-cras-segundo-o-facebook-parte-i/
ou
https://www.facebook.com/PsicologianoSUAS

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Regras para Atendimento Online - Psicólogos


Para não haver dor de cabeça com erros durantes os atendimentos online e devido as polêmicas que esta modalidade representa, venho compartilhar com os colegas algumas alterações propostas pelo Conselho Federal de Psicologia.


Principais alterações a partir de dezembro de 2012:
- Podem ser realizadas até 20 encontros online, seguidos ou intermitentes;
- Regulamentação da Supervisão Online (quando um psicólogo mais experiente orienta casos clínicos de outro psicólogo);

- O Selo de credenciamento passa a ser válido por 3 anos (e não 1 como antes);
Veja a Nova Resolução completa, N° 11/2012, abaixo:1) Dos tipos de atendimentos:Na Resolução CFP nº 12/2005 era permitida a realização de serviços psicológicos mediados por computador, desde que não psicoterapêuticos, tais como orientação psicológica e afetivo-sexual, orientação profissional, orientação de aprendizagem e Psicologia escolar, orientação ergonômica, consultorias a empresas, reabilitação cognitiva, ideomotora e comunicativa, processos prévios de seleção de pessoal, utilização de testes psicológicos informatizados com avaliação favorável de acordo com Resolução CFP N° 002/03, utilização de softwares informativos e educativos com resposta automatizada, e outros, desde que pontuais e informativos e que não firam o disposto no Código de Ética Profissional do Psicólogo.Na nova Resolução CFP nº 11/2012 são permitidos os seguintes serviços:I. As Orientações Psicológicas de diferentes tipos, entendendo-se por orientação o atendimento realizado em até 20 encontros ou contatos virtuais, síncronos ou assíncronos;II. Os processos prévios de Seleção de Pessoal;III. A Aplicação de Testes devidamente regulamentados por resolução pertinente;IV. A Supervisão do trabalho de psicólogos, realizada de forma eventual ou complementar ao processo de sua formação profissional presencial; V. O Atendimento Eventual de clientes em trânsito e/ou de clientes que momentaneamente se encontrem impossibilitados de comparecer ao atendimento presencial.

O atendimento psicoterapêutico continua sendo permitido em caráter exclusivamente experimental.
2) Não haverá mais credenciamento para obtenção do selo (que era válido por 1 ano). Agora haverá um cadastro dos sites nos CRPs que será válido por 03 anos, renováveis por igual período. Após a aprovação do cadastro do site, o Conselho Federal de Psicologia enviará um script que gera dinamicamente uma imagem, a ser incluído no código fonte do site.
3) O psicólogo deverá manter site exclusivo para a oferta dos serviços psicológicos na internet com registro de domínio próprio mantido no Brasil e de acordo com a legislação brasileira para este fim. Não serão cadastrados sites sem domínio próprio ou que produzam conteúdos não categorizados (formato de blogs, por exemplo).
4) A nova resolução indica algumas informações que os responsáveis terão que dispor nos sites, por exemplo, obriga-se, no site, a:
a) Especificar o nome e o número do registro da(o) psicóloga(o) Responsável Técnica(o) pelo atendimento oferecido, bem como de todos os psicólogos que forem prestar serviço por meio do site;
b) Informar o número máximo de sessões permitidas de acordo com esta resolução;
c) Manter links na página principal para: o Código de Ética Profissional da(o) psicóloga(o); esta resolução; o site do Conselho Regional de Psicologia no qual a(o) psicóloga(o) está inscrita(o); o site do Conselho Federal de Psicologia no qual consta o cadastro do site.
d) Especificar quais são os recursos tecnológicos utilizados para garantir o sigilo das informações e esclarecer o cliente sobre isso.
5. É recomendável que as seguintes informações constem no site a ser cadastrado:  
a) Descrição clara dos serviços que serão realizados por meio tecnológico de comunicação a distância; 
b) Público alvo;
c) Contatos do(s) psicólogo(s): e-mail e telefone
6. Na avaliação dos sites pela Resolução CFP n° 12/05 era obrigatório constar no site o valor e a forma de pagamento. Na nova resolução, essas informações não precisam ser expostas no site.
7. O site a ser cadastrado não poderá conter links para nenhum outro site, exceto os links referidos nesta resolução.
8. Todo o processo de avaliação do site passará a ser realizado por meio do Conselho Regional de Psicologia no prazo de 60 dias (antes eram 90 dias). O Conselho Federal de Psicologia avaliará apenas os recursos.
No caso dos colegas de SP além do site do CRP, eles disponibilizam profissionais para esclarecer qualquer dúvida pelo telefone ou email, então por favor fique atento.


                                                            Tel. 11 3065 9494
                                             Email: orientacao@crpsp.org.br

Juntos sempre estaremos mais forte!
                             Não  prejudique seu trabalho por falta de informação!